12
nov
2014

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(foto:divulgação)

Existem sensações e sentimentos que não se explicam. Palavras em determinados momentos são apenas tentativas pouco eficientes de descrever algo que se passa apenas no íntimo. Não sou especialista em arte, nem convivo com o assunto o quanto gostaria, apenas aprendi a ouvir certa música interna capaz de me fazer parar para observar por mais tempo algo que me tocou. Acredito que a essência da arte seja assim, ou esteja mais próxima disso, para simplificar o entendimento dos não especialistas.

Como profissional, sei o quanto é importante valorizar a produção artística e ter um certo entendimento sobre o assunto, ainda que não profundamente. Mas, hoje, quero falar como simples espectadora, como alguém que gosta sem saber muito bem porquê, mas que sente.

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Beatriz Milhazes – “Meu Limão” (2000)

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(imagem: aejs.blogspot) Beatriz Milhazes – “Peace and Love” – Metrô de Londres (2008)

Não me lembro de quando e menos ainda qual trabalho de Beatriz Milhazes (1960) chamou-me a atenção pela primeira vez, mas sei que, graças a internet e a esse mundão virtual, pude pesquisar e saber um pouco mais sobre ambos – Beatriz e seu mundo.

É fato que falar de arte é como falar de sentimento. Difícil de explicar ou descrever, mas está presente. Não sei como justificar meu encantamento pelo trabalho dessa artista brasileira que conquistou o mundo, sei apenas que me dá um imenso prazer observar suas obras, mesmo que apenas através de imagens na internet e que, com certeza, nem passam perto do que seria vê-las pessoalmente.

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(imagem: fireplacechats) Beatriz Milhazes

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(imagem: howtospendit) Beatriz Milhazes

Cores, cores e muitas cores, rendas, símbolos, excessos. Repetições de formas, abstração geométrica, imagens sobrepostas e colagens. Modernismo (europeu e brasileiro), op art, pop art, concreto, neoconcreto. Tarsila do Amaral (1886-1973) Henri Matisse (1869-1954) e Piet Mondrian (1872-1944). Esse é um resumo do seu mundo e acredito que, para colocar em palavras detalhadas, muitas outras informações poderiam ser acrescentadas, mas quero mesmo é apresentar, para quem nunca ouviu falar, a carioca Beatriz que não descreve o mundo com a exatidão dos olhos mas, com a agitação do coração.

A postagem de hoje foi sobre arte, sem nenhuma pretensão acadêmica e menos ainda com intenção biográfica. Apenas a vontade de compartilhar com vocês leitores algo que gosto, que me toca e faz vibrar sensações.

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(imagem: durhampress) Beatriz Milhazes

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(imagem: escritoriodearterio) Beatriz Milhazes

Se você quer saber um pouco mais sobre Beatriz Milhazes o site Itaú Cultural oferece boas informações: Beatriz Milhazes no Itaú Cultural.

Na mesma página você pode assistir ao vídeo linkado abaixo,  o qual a própria Beatriz Milhazes fala sobre seu trabalho, influências de outros artistas e a técnica que utiliza: vídeo Beatriz Milhazes. Vale a pena assistir.

Por hoje fico por aqui.

E espero que você, que ainda não conhecia Beatriz Milhazes, se encante tanto quanto eu!

Poste o que achou, se já conhecia os trabalhos de Beatriz e que outros artistas te encantam .

Obrigada pela visita e seja sempre muito bem vinda(o)!

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