Arquivo Mensal: outubro 2015

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Você já ouviu falar nas geração “Baby Boomers”, “X”, “Y”, “Z”, “N”, “Alfa” ? Pois é, a cada geração, especialistas constroem um perfil que caracterizam cada uma delas. Todas sempre direcionadas para o comportamento social. Mas, você sabia que essa não é a única vertente quando se trata de estudar as “novas”gerações?

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Crianças e adolescentes muito diferentes das crianças e adolescentes que seus pais foram, vêm chamando a atenção de professores, profissionais e familiares, principalmente por uma questão: estão transformando o mundo que conhecemos.

Na resenha do livro de hoje, o tema pode parecer meio estranho para alguns e até desconhecido para outros, mas é fato e vem sendo estudado há algum tempo: as crianças índigo. É possível dizer que algumas dessas crianças já se tornaram adultas, pois as primeiras são da década de 70; porém, não em número suficiente para chamar a atenção, como ocorre atualmente. Desde os anos 1980 elas vêm nascendo cada vez em número maior, e devem continuar aumentando.

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São crianças muito especiais e diferentes no pensar, agir e no saber. É bem provável que você conheça ou conviva com uma e não saiba. Eu sei… e foi por isso que este livro me chamou a atenção. A visão que o livro oferece segue o caminho da espiritualidade, mas sem imposição de credos e religiões, mas uma forma diferenciada de ver certos tipos de crianças e como lidar com elas. Não tenho intenção de abrir espaço para discussões acaloradas sobre o que cada um acredita, pois eu acredito, acima de tudo, na liberdade e no direito de cada um ter suas próprias opiniões, sem que as mesmas sejam impostas a outros. Leia este texto quem se identificar e está tudo ok!!!

O livro foca vários temas e visões de profissionais de diferentes áreas e pais que convivem com crianças índigo. A intenção é entender, compreender e a partir daí descobrir como lidar, da melhor maneira possível, com essas crianças tão diferentes e especiais.  Infelizmente, o livro é uma tradução americana, pautada, construída e cheia de referências de uma cultura bem diferente da nossa, porém muito mais antenada e disposta a manter a mente aberta, do que nós. Aqui, pouco se fala sobre o assunto e, portanto, pouco se faz.

O livro ajuda a identificar as crianças índigo, explica de onde veio o termo que as caracteriza, abre discussões sobre novas formas de educar e lidar com elas. Há muitas histórias e experiências reais contadas por pais, professores, educadores e profissionais da saúde sobre como lidam, como convivem e de que forma elas mudaram suas vidas.

Durante todo o livro discute-se muito o diagnóstico sobre DDA (Distúrbio de Déficit de Atenção) e TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção/hiperatividade), que pode ser erroneamente utilizado em crianças índigo e também sobre a real eficácia na utilização de remédios como a Ritalina para controlar a agitação dos pequenos.

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As crianças índigo são muito agitadas, inteligentes em seus argumentos, seguros de si e de sua missão no planeta; são intuitivos e possuem seu próprio processo de aprendizagem, além de criativos. Não toleram desonestidade, sentem-se especiais e só respeitam se são respeitados. Preferem ser tratados de igual para igual e não como crianças e mesmo assim vivem sua infância com muita energia e criatividade. São independentes e exigem que suas capacidades e escolhas sejam respeitadas.

A intenção dos autores é que o livro ajude pais e professores a lidar com crianças índigo. Soluções padronizadas não funcionam para elas, é preciso muito amor e paciência, pois mudanças requerem quebra de paradigmas e pré-conceitos.

A maior preocupação discutida no livro é que índigos não identificados e educados da maneira convencional ou obrigadas a se moldarem a padrões, percam as referências de si mesmo e vejam morrer suas potencialidades natas. Podem tornar-se adolescentes problemáticos e inseguros; e adultos frustrados. Permitir que cresçam em um ambiente saudável e estável, onde haja respeito por sua individualidade, é abrir caminho para que cheguem à idade adulta prontos para exercerem suas missões pessoais e coletivas: mudar o planeta.

Se você interessou-se pelo assunto, vale muito a leitura. Abra seu coração e sua mente e descubra que, apesar de serem crianças difíceis, elas são muito conscientes e espiritualizadas. Podemos aprender muito com elas e sobre nós mesmos. Ajudá-las é permitir que as novas atitudes e conceitos tomem o lugar dos velhos e ultrapassados métodos de educação e ensino e isso vale para pais, tios, avós, professores.

Gostou da dica de livro de hoje? Já leu? Deixe sua opinião ou um comentário sobre sua experiência com uma criança índigo ou sugira novos títulos!

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